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quarta-feira, agosto 18

"Não precisas ser adulto para ajudar a Salvar a Terra" 

Em período de férias, há mais tempo para pôr a leitura em dia.
Entre muitas obras interessantes que poderia recomendar, deixo aqui uma sugestão que é um daqueles livros para leitores de todas as idades. É dirigido às crianças, é certo. Mas qualquer adulto, interessado pelas questões ambientais, poderá lê-lo com prazer. Chama-se “50 Coisas Simples que as Crianças podem fazer para salvar a Terra”, do The Earthworks Group, editado em Portugal pelo Instituto Piaget, numa colecção dedicada ao Ambiente, a Perspectivas Ecológicas.
Escrito numa linguagem simples e cativante, este livro pretende (e creio que consegue) atrair a atenção dos mais novos para os grandes temas do Ambiente, sensibilizá-los para a necessidade de mudar comportamentos. Aborda os problemas e aponta soluções, não esquecendo a parte lúdica, pois o Ambiente nada tem de aborrecido. Ser detective das fugas de água, ou caçador do Monstro do Calor, fazer adubo, compostando lixo, ou adoptar um curso de água são apenas algumas das actividades divertidas que uma criança pode realizar para preservar o meio ambiente. No fundo, trata-se de um manual de educação ambiental; boas práticas ensinadas às novas gerações.
E tanto que isso faz falta no nosso País!

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segunda-feira, agosto 2

Incêndios 2004 

Arrábida, Monchique, Almodovar, Ourém, Porto de Mós... são apenas alguns dos locais que o fogo já visitou neste Verão.
A área ardida até agora já é maior do que em igual período de 2003, o ano catástrofe dos incêndios em Portugal.
Quem pensava que o Governo e as autoridades competentes tinham aprendido alguma coisa com os acontecimentos do ano passado, desenganou-se de vez.
É preciso reflectir e agir, antes que seja tarde demais.
As organizações não governamentais de ambiente, investigadores e agrónomos têm defendido que é urgente tomar medidas e pôr em prática políticas para evitar os incêndios.
A Liga para a Protecção da Natureza defende uma série de medidas fundamentais para a prevenção dos incêndios florestais, nomeadamente, a expropriação de terrenos florestais, a promoção de soluções que procurem resolver a questão da propriedade florestal, incentivos fiscais para a promoção da boa gestão florestal e a criação de medidas que promovam as descontinuidade das manchas florestais.
O GEOTA defende que é precisa uma política agro-florestal sustentável e medidas de fundo, como o desenvolvimento de uma estratégia de desenvolvimento sustentável da floresta, o investimento no fomento das espécies autóctones e na gestão florestal.

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