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segunda-feira, maio 24

E vão três... 

Primeiro Isaltino Morais, depois Amílcar Theias, agora Arlindo Cunha, ex-Ministro da Agricultura de Cavaco Silva. Tantos Ministros num tão curto período de tempo - cerca de dois anos - representam instabilidade governativa, falta de rumo, dossiers parados, mas sobretudo a falta de investimento (não apenas financeiro mas político) do Governo nas questões do ambientais.
É pena (e sintomático) que não se coloque à frente do Ministério alguém forte, competente, politicamente hábil, mobilizador de vontades, conhecedor dos dossiers e verdadeiramente empenhado na defesa do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Sustentável.
Será que no espectro político do PSD não há ninguém com estas características?

Quanto às razões da exoneração de Amílcar Theias o Expresso e o Público são mais elucidativos do que foram o Primeiro-Ministro, Durão Barroso, e o próprio Theias.
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terça-feira, maio 18

Acabar com os Poluentes Orgânicos Persistentes 

Já entrou em vigor da Convenção de Estocolmo que pretende livrar o Planeta dos Poluentes Orgânicos Persistentes (POP).
São os doze tóxicos mais perigosos do mundo.
Provocam cancro e acabam com as defesas do organismo.
Os «doze malditos»
São dois resíduos, as dioxinas e furanos, dois químicos de aplicação industrial Hexaclorobenzeno e Bifenilos policlorados
e oito pesticidas. O mais conhecido é o DDT.
O insecticida que deu o Prémio Nobel da Química ao seu inventor, largamente utilizado na agricultura até aos anos 60,
mas que se veio a descobrir que provoca problemas de reprodução, cancro e alterações no sistema nervoso.
Os doze tóxicos incluídos na Convenção de Estocolmo são tão perigosos que não é possível estabelecer um limiar de segurança, ou seja, não é possível estabelecer um limite mínimo em que os seus efeitos não sejam prejudiciais ao ambiente e à saúde humana.
Como são muito estáveis, concentram-se na natureza durante muito tempo, e acumulam-se ao longo da cadeia alimentar,
sendo detectados nas gorduras e no leite materno.
A convenção que entra agora em vigor assenta no princípio da precaução e prevê a eliminação progressiva dos poluentes orgânicos persistentes produzidos intencionalmente, durante a próxima geração.
Os países desenvolvidos irão canalizar cerca de 420 milhões de euros para programas de erradicação destes químicos.
Mas estão previstas excepções.
No caso do DDT, admite-se o seu uso nalguns países para controlo do mosquito transmissor da malária.
Para saber mais sobre os Poluentes Orgânicos Persistentes.

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quarta-feira, maio 5

Um Planeta Único 

A WWF trouxe a Lisboa uma exposição "One Planet/Um Planeta Único" que dá a conhecer, através de fotografias e videos, uma parte do trabalho que aquela organização de conservação da natureza tem realizado pelo mundo, ao longo dos últimos 40 anos. A exposição também dá conta das campanhas internacionais em que a WWF está envolvida, neste momento, em áreas como as florestas, as espécies ameaçadas, alterações climáticas, substâncias tóxicas, oceanos e água doce.
A WWF nasceu em 1961, na Suiça, da vontade de um grupo de cientistas preocupados com a ameaça de extinção espécies animais em África. Actualmente, desenvolve projectos em mais de 90 países, incluindo Portugal, e tem mais de 4 milhões de sócios em todo o mundo.
O símbolo da organização - o panda gigante, em vias de extinção nos anos 60 - foi o alvo de um dos primeiros projectos de conservação em que a WWF se envolveu.
Até sábado, 8 de Maio, no Fórum Picoas, em Lisboa. Entrada livre.
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